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Responsabilidade Social:

Museu da Cana e Biosev fazem parceria para manutenção do acervo e projeto com jovens.


14/07/2017 às 14:14
Museu da Cana 1

Localizado no município de Pontal e sede do engenho mais antigo do estado de São Paulo, o Museu da Cana recebe o apoio da Biosev, segunda maior processadora global de cana-de-açúcar, para o trabalho de manutenção das instalações e acervo, além do projeto Jovem Agricultor do Futuro, que é realizado nas dependências do museu em parceria com o Senar (Serviço Nacional de Aprendizagem Rural).

 

A doação de R$ 90 mil acontece por meio do ProAC, programa de incentivo da Secretaria Estadual da Cultura, e será utilizada na manutenção e adequação física do Museu, além de pesquisas e restauros de máquinas e peças do acervo que, ao todo, conta com cerca de 30 mil itens. No Projeto Jovem Agricultor do Futuro, a empresa auxiliou com recursos para compra de equipamentos e materiais para a prática das aulas agrícolas, que serão ministradas nas dependências do museu. O projeto tem duração de nove meses e é voltado para adolescentes de 14 a 17 anos, promovendo técnicas de capacitação no campo e geração de renda.

 

“O apoio da Biosev às atividades realizadas pelo Museu da Cana está alinhado com os valores de Responsabilidade Social da companhia. Dentro da nossa visão de participação cidadã, a Biosev se engaja em ações e atividades que beneficiem a comunidade nas regiões que atua”, afirma Rui Chammas, presidente da Biosev.

 

De acordo com a gestora do Museu da Cana, Leila Heck, os recursos doados servirão para recuperar peças e também para regatar a história do acervo, para que a nova geração possa entender a forma original de como a cultura da cana acontecia há mais de 100 anos. “Essa parceria é muito importante porque a empresa confia e acredita no nosso trabalho. A Biosev é uma das fundadoras do nosso museu e o reconhece como referência da cana de açúcar no Brasil”, afirma Leila.

 

Fundado em 2013, o Museu da Cana se encontra dentro do complexo que incluí o Engenho Central, construído em 1906 por Francisco Schmidt, alemão que além de grande produtor de café, também investiu no setor de açúcar. A fazenda onde está o acervo foi doada em 2006 ao Instituto Cultural Engenho Central, responsável pelo museu.

 



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